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Melhores
práticas.
Oito decisões que separam a campanha que funciona da campanha que só aparece. Nenhuma delas depende de orçamento grande, todas dependem de escolher antes de comprar.
As oito práticas
- 01
Comece pelo objetivo, não pelo ponto
Levar gente até a loja, lançar um produto, construir marca na região e divulgar uma data são quatro campanhas diferentes. Elas pedem praças diferentes, formatos diferentes e períodos diferentes. O ponto certo é consequência do objetivo, nunca o contrário.
Na prática: antes de escolher onde, escreva em uma frase o que a campanha precisa resolver.
- 02
Escolha a praça pelo trajeto do seu público
Estar na cidade e estar na rotina são coisas diferentes. Quem sai de casa às sete e volta às sete passa por corredores previsíveis, e é neles que a marca precisa aparecer. Distribuir faces por toda a cidade sem olhar trajeto custa mais e é lembrado menos.
Na prática: liste os três trajetos que o seu cliente faz em um dia comum. A praça sai daí.
- 03
Formato não é tamanho, é função
Cada formato resolve um problema diferente. Não existe formato melhor, existe formato certo para o que a campanha precisa fazer, e é por isso que a conversa começa no objetivo e não no catálogo.
Na prática: use a tabela logo abaixo para cruzar objetivo e formato antes da primeira conversa.
- 04
Repetição é o que constrói lembrança
Mídia exterior não funciona por interrupção, funciona por acúmulo. A mesma pessoa passa pelo mesmo ponto várias vezes por semana, e é essa soma que vira memória de marca.
- 05
A arte precisa ser lida em segundos
Quem está no trânsito tem poucos segundos e nenhuma intenção de ler. Uma peça de mídia exterior funciona com uma ideia, uma marca visível e um único elemento de contato. Texto pensado para anúncio de revista, aplicado em painel, não é lido, é ignorado.
Três recomendações que a nossa equipe faz em toda campanhaAlto contraste entre o fundo e a tipografia. Fontes finas e serifadas somem à distância, e fundo branco ou preto não é recomendado. Formatos verticais e horizontais pedem composições diferentes, e a arte precisa ser pensada para o formato desde o começo, nunca adaptada depois.
Na prática: imprima a arte em uma folha A4, prenda na parede e olhe de três metros. Se em dois segundos você não souber de quem é a marca e o que está sendo dito, a peça ainda não está pronta.
- 06
O lugar onde a marca aparece também comunica
O entorno entra na leitura da peça. Um painel dividido com outras marcas divide também a atenção. É para isso que existe o Face Única: a face inteira, sem concorrência visual no mesmo campo de visão. Para quem vende posicionamento antes de preço, o ativo escolhido faz parte da mensagem.
Na prática: na hora de comparar propostas de veículos diferentes, verifique se a face é dedicada a uma marca só. Na nossa operação, é.
- 07
Pergunte quais dados você recebe, antes e depois
Mídia exterior deixou de ser o canal sem número, mas o que cada veículo entrega varia. Antes de fechar, pergunte quais informações você recebe sobre o ponto e sobre quem circula por ali. Depois da veiculação, pergunte como a exibição é comprovada. Se você precisa defender o plano internamente, faça as duas perguntas já na primeira conversa.
Na prática: leve para a reunião interna a leitura do ponto, não apenas a foto dele.
- 08
Antecedência muda o que está disponível
Os pontos de maior circulação são também os mais disputados, e datas comerciais concentram procura sobre os mesmos ativos. Alguns produtos têm prazo próprio: painéis construídos sob demanda em rodovia trabalham com ciclo de contratação longo e não se resolvem em semanas. Quanto mais cedo a conversa começa, maior o número de opções em cima da mesa.
Na prática: leve o calendário da campanha para a primeira conversa, não só o orçamento.
Como você prefere
começar?
Você entende do seu negócio. A gente entende de colocar sua marca nos lugares certos.